(É Proibido Proibir, composta por: Caetano Veloso)
"A mãe da virgem diz que não
E o anúncio da televisão
E estava escrito no portão
E o maestro ergueu o dedo
E além da porta
Há o porteiro, sim…
E eu digo não
E eu digo não ao não
Eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…
Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estantes, as estátuas
As vidraças, louças
Livros, sim…
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…
Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estátuas, as estantes
As vidraças, louças
Livros, sim…
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…"
A partir da música ‘É Proibido Proibir’, composta por Caetano Veloso podemos interpretar uma série de ‘sinais’ que nos ligam ao movimento Tropicalista. Como por exemplo: na primeira parte da música, vemos que há a referência a televisão ligada diretamente com a crítica tropicalista a alienação dos jovens conservadores. Posteriormente, a proibição do qual o mesmo fala ser proibida é a da aceitação de novas influências e estéticas culturais, pelos jovens comprometidos com nacionalismo de esquerda (quer dizer anti-imperialistas). No trecho ‘Me dê um beijo meu amor’, percebemos a influência do movimento hippie, no qual o lema é a paz e o amor. Um pouco mais adiante na letra, há momentos em que os sujeitos mostram-se revoltados o que não foge do contexto em que o país se encontrava, era o período da ditadura, a política estava um caos, a população se rebelava contra a repressão.
"A mãe da virgem diz que não
E o anúncio da televisão
E estava escrito no portão
E o maestro ergueu o dedo
E além da porta
Há o porteiro, sim…
E eu digo não
E eu digo não ao não
Eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…
Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estantes, as estátuas
As vidraças, louças
Livros, sim…
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…
Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estátuas, as estantes
As vidraças, louças
Livros, sim…
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…"
A partir da música ‘É Proibido Proibir’, composta por Caetano Veloso podemos interpretar uma série de ‘sinais’ que nos ligam ao movimento Tropicalista. Como por exemplo: na primeira parte da música, vemos que há a referência a televisão ligada diretamente com a crítica tropicalista a alienação dos jovens conservadores. Posteriormente, a proibição do qual o mesmo fala ser proibida é a da aceitação de novas influências e estéticas culturais, pelos jovens comprometidos com nacionalismo de esquerda (quer dizer anti-imperialistas). No trecho ‘Me dê um beijo meu amor’, percebemos a influência do movimento hippie, no qual o lema é a paz e o amor. Um pouco mais adiante na letra, há momentos em que os sujeitos mostram-se revoltados o que não foge do contexto em que o país se encontrava, era o período da ditadura, a política estava um caos, a população se rebelava contra a repressão.
É óbvio que Caetano não podia faltar num blog de Julia Zimmermann! - Mari Carvalho
ResponderExcluirme ajudastes en meu trabalho de history
ResponderExcluirNão entendi muito a primeira parte .. alguém poderia me explicar ? "A mãe da virgem diz que não
ResponderExcluirE o anúncio da televisão
E estava escrito no portão
E o maestro ergueu o dedo
E além da porta
Há o porteiro, sim…
a mãe da virgem diz que não ela está negando o que acontece de ruim naquele momento,o anuncio da televisão é o movimento tropicalista,e estava escrito no portao, estava lá, e o maestro ergueu o dedo, ele questionou, e alem da porta a o pórteiro acredito que seja um sinal de esperança
Excluir"A mãe da virgem diz que não" significa que naquela época as mães das garotas achavam normal o que estava acontecendo então quando alguém dizia que ela era uma alienada ela dizia que não para a filha virgem,"o maestro ergue o dedo" é a mesma expressão de "dar banana" um gesto negativo a opressão
ResponderExcluirNã nã nã...o trecho "A mãe da virgem diz que não" significa a repressão sexual. "O anuncio da televisão"tem a ver com a pseudo-liberação permitida e controlada dos comportamento e sexualidade. "Estava escrito no portão"tem a ver com os avisos ameacadores, como "Cuidado com o cão bravo", o que t em a ver com a repressão política da época. "E o maestro ergueu o dedo"tem a ver com um programa "Um instante maestro", apresentado pelo mega-reacionário, Flavio Calvalcanti. Esta apresentador anunciava o programa com a vinheta na qual ele dizia: Um instante, maestro! E erguia o dedo indicador em riste. Por fim, "e além da porta há o porteiro"tem a ver com a paranóia de segurança nstaurada pela ditadura militar.
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